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segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Valter Schmitz: Perspectivas da mobilização social através da lide...
Valter Schmitz: Perspectivas da mobilização social através da lide...: Optei por voltar ao tema liderança. Minha insistência reside na crença forte, de que é efetivamente através da liderança que se altera ...
Antenado nas profissões do futuro
A escolha de um curso superior está intimamente ligada à perspectiva de futuro de cada pessoa e, portanto a seu planejamento individual para tornar-se mais um membro ativo da sociedade do conhecimento, ou aprofundar sua presença e participação nela, se for o caso.
Certamente, o curso que muitos estão começando ou completando hoje não constituirá sua carreira dentro de 10, 15 ou 20 anos, por uma simples razão: a pessoa muda ao longo do tempo e o mundo também; a sociedade é volátil e acelerada nos dias de hoje, e múltiplas tendências acontecem e se cruzam todos os dias, criando novas variáveis.
Em alguns casos, a profissão com que cada um sonha ainda não existe; em outros, o mercado de trabalho se revela tão saturado que se torna inviável o investimento numa carreira cuja empregabilidade futura é baixa. Talvez você esteja se preparando para ser um empreendedor social, ou um inovador tecnológico, mas quanto mais mexe com mercado e sociedade... mais precisa saber o que está acontecendo e o que provavelmente acontecerá.
Assim, estar antenado nas tendências da Economia, da Ciência, da Tecnologia, da sociedade em geral e do mercado do trabalho permite antecipar acontecimentos futuros prováveis, e dirigir sua vida profissional para a proporção certa entre realização pessoal, empregabilidade e nível renda dentro de suas expectativas.
O artigo da revista EXAME Conheça 7 profissões do futuro divulga os resultados de uma pesquisa realizada recentemente pela consultoria Michael Page, que destacou algumas carreiras com chance de se tornarem competitivas no futuro mais ou menos imediato.
Certamente, o curso que muitos estão começando ou completando hoje não constituirá sua carreira dentro de 10, 15 ou 20 anos, por uma simples razão: a pessoa muda ao longo do tempo e o mundo também; a sociedade é volátil e acelerada nos dias de hoje, e múltiplas tendências acontecem e se cruzam todos os dias, criando novas variáveis.
Em alguns casos, a profissão com que cada um sonha ainda não existe; em outros, o mercado de trabalho se revela tão saturado que se torna inviável o investimento numa carreira cuja empregabilidade futura é baixa. Talvez você esteja se preparando para ser um empreendedor social, ou um inovador tecnológico, mas quanto mais mexe com mercado e sociedade... mais precisa saber o que está acontecendo e o que provavelmente acontecerá.
Assim, estar antenado nas tendências da Economia, da Ciência, da Tecnologia, da sociedade em geral e do mercado do trabalho permite antecipar acontecimentos futuros prováveis, e dirigir sua vida profissional para a proporção certa entre realização pessoal, empregabilidade e nível renda dentro de suas expectativas.
O artigo da revista EXAME Conheça 7 profissões do futuro divulga os resultados de uma pesquisa realizada recentemente pela consultoria Michael Page, que destacou algumas carreiras com chance de se tornarem competitivas no futuro mais ou menos imediato.
As dez habilidades em falta no mercado de trabalho
A empresa de recrutamento Hays fez um levantamento em suas 33 filiais pelo mundo e listou as dez habilidades em falta no mercado de trabalho. “O objetivo foi elencar os principais gargalos na hora de encontrar um profissional”, conta Raphael Falcão, consultor da Hays.
>> Veja mais em http://epocanegocios.globo.com/Inspiracao/Carreira/noticia/2012/07/10-habilidades-em-falta-no-mercado-de-trabalho.html
>> Veja mais em http://epocanegocios.globo.com/Inspiracao/Carreira/noticia/2012/07/10-habilidades-em-falta-no-mercado-de-trabalho.html
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Quem tem pressa para chegar ao topo?
Cada vez mais, nossa sociedade é uma sociedade do conhecimento. E do trabalho, porque nada se consegue sem esforço. Mas esse esforço não significa sofrimento, ele gera realização pessoal e social. É o que falam todos os que conseguiram sucesso por seu próprio valor e mérito.
Há alguns anos atrás, esteve em moda falar em sociedade da informação. E o termo foi banalizado em tal escala, que já ficava difícil ouvir falar nele. Mas o que é certo é que, nos últimos vinte anos, houve mesmo uma transformação de perspectiva com base em fenômenos reais. E o que os sociólogos puderam constatar, é que a informação, por si mesma, não estava bastando para alicerçar o desenvolvimento das comunidades humanas: era preciso conhecimento.
Com efeito, a evolução tecnológica e científica e os problemas existenciais daí derivados; a forte expansão da escolarização e da informação; as transformações sociais e culturais das sociedades modernas; os danos ambientais e socioambientais provocados pelo crescimento da indústria - enfim, todo um conjunto de fatores ergueu um complexo sistema humano que, em nossos dias, é alimentado mais por conhecimento especializado, do que por capital. É o capital humano, os trabalhadores do conhecimento, sem os quais projeto algum, por mais capital que tenha disponível para investimento, consegue ser realizado.
Apesar de todos esses temas serem frequentemente discutidos na mídia, existe um mito nas universidades por todo o Brasil - e nossa universidade não é exceção -, de que um curso superior, por si só, constitui a chave dourada que abre, a qualquer um, os portais do sucesso. Se foi assim num passado já distante, quando os bacharéis eram raros e provinham quase todos dos segmentos sociais mais elevados, no mundo de hoje as coisas não se passam desse jeito. Na realidade, neste mundo complexo, competitivo e hiper-dinâmico, um curso superior constitui apenas uma base inicial, um ponto de começo de uma vida profissional. Nunca o ponto final ou derradeiro dela.
"Um antigo chefe me disse uma vez: aprenda uma coisa nova e seu dia estará ganho. É o que faço e sempre sugiro que outros façam. Conhecimento nunca é demais e faz diferença para você e em seu dia a dia.
A citação acima é de Guto Martins, diretor de Mídias Digitais e um dos sócios da br4.cgn, agência de comunicação e arquitetura de eventos. Esse trecho encontra-se no artigo Temos vaga. Mas você tem experiência? - publicado no portal Administradores há poucos dias atrás.
Trata-se de um excelente depoimento, muito sincero e prático, pé no chão. E, como tantos outros que poderiam ser escritos por pessoas que tiveram sucesso em qualquer setor de atividade, ele apela a um esforço constante de aprendizado e de descoberta. Vamos dizer, de melhoramento ou aprimoramento pessoal. Em alguns casos, o sucesso vem rápido; em outros demora um pouco mais. Mas o que é necessário é que qualquer posição conquistada tenha base em competência real... ou o sucesso será tão glamouroso e duradouro como fogo de artifício.
Empreendedores ou cientistas, líderes empresariais ou técnicos superiores, médicos ou grandes educadores, pouco importa - não existe sucesso sem dedicação permanente ao melhoramento de si mesmo, ao aprendizado constante, à acumulação contínua de experiência, fatores que fazem o diferencial.
Do mesmo modo, não existe sucesso sem erro: só erra quem faz, quem tenta, quem bota o pé na estrada, com paixão e determinação. Estudos de psicologia do trabalho realizados em todo o mundo, junto de indivíduos que chegaram a posições importantes ou que foram consagrados por sua arte ou competência, mostram que todos eles tiveram humildade suficiente para assumir seus erros, aprender com eles e transformar as ameaças ou derrotas em oportunidades ou vitórias.
Enfim, o artigo citado acima é, como eu falei atrás, um excelente depoimento, e convido os caros leitores ou leitoras a conferir e adicionar essa experiência de vida a sua própria experiência: Temos vaga. Mas você tem experiência?
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Há alguns anos atrás, esteve em moda falar em sociedade da informação. E o termo foi banalizado em tal escala, que já ficava difícil ouvir falar nele. Mas o que é certo é que, nos últimos vinte anos, houve mesmo uma transformação de perspectiva com base em fenômenos reais. E o que os sociólogos puderam constatar, é que a informação, por si mesma, não estava bastando para alicerçar o desenvolvimento das comunidades humanas: era preciso conhecimento.
Com efeito, a evolução tecnológica e científica e os problemas existenciais daí derivados; a forte expansão da escolarização e da informação; as transformações sociais e culturais das sociedades modernas; os danos ambientais e socioambientais provocados pelo crescimento da indústria - enfim, todo um conjunto de fatores ergueu um complexo sistema humano que, em nossos dias, é alimentado mais por conhecimento especializado, do que por capital. É o capital humano, os trabalhadores do conhecimento, sem os quais projeto algum, por mais capital que tenha disponível para investimento, consegue ser realizado.
Apesar de todos esses temas serem frequentemente discutidos na mídia, existe um mito nas universidades por todo o Brasil - e nossa universidade não é exceção -, de que um curso superior, por si só, constitui a chave dourada que abre, a qualquer um, os portais do sucesso. Se foi assim num passado já distante, quando os bacharéis eram raros e provinham quase todos dos segmentos sociais mais elevados, no mundo de hoje as coisas não se passam desse jeito. Na realidade, neste mundo complexo, competitivo e hiper-dinâmico, um curso superior constitui apenas uma base inicial, um ponto de começo de uma vida profissional. Nunca o ponto final ou derradeiro dela.
"Um antigo chefe me disse uma vez: aprenda uma coisa nova e seu dia estará ganho. É o que faço e sempre sugiro que outros façam. Conhecimento nunca é demais e faz diferença para você e em seu dia a dia.
E quem tem pressa para chegar ao topo, pode não parecer, mas com disposição e busca por conhecimento, novos aprendizados, essa caminhada torna-se mais responsável e tranquila. Assim, você estará, sim, escalando para chegar onde deseja. E, ao menos aqui, seu espaço estará garantido."
A citação acima é de Guto Martins, diretor de Mídias Digitais e um dos sócios da br4.cgn, agência de comunicação e arquitetura de eventos. Esse trecho encontra-se no artigo Temos vaga. Mas você tem experiência? - publicado no portal Administradores há poucos dias atrás.
Trata-se de um excelente depoimento, muito sincero e prático, pé no chão. E, como tantos outros que poderiam ser escritos por pessoas que tiveram sucesso em qualquer setor de atividade, ele apela a um esforço constante de aprendizado e de descoberta. Vamos dizer, de melhoramento ou aprimoramento pessoal. Em alguns casos, o sucesso vem rápido; em outros demora um pouco mais. Mas o que é necessário é que qualquer posição conquistada tenha base em competência real... ou o sucesso será tão glamouroso e duradouro como fogo de artifício.
Empreendedores ou cientistas, líderes empresariais ou técnicos superiores, médicos ou grandes educadores, pouco importa - não existe sucesso sem dedicação permanente ao melhoramento de si mesmo, ao aprendizado constante, à acumulação contínua de experiência, fatores que fazem o diferencial.
Do mesmo modo, não existe sucesso sem erro: só erra quem faz, quem tenta, quem bota o pé na estrada, com paixão e determinação. Estudos de psicologia do trabalho realizados em todo o mundo, junto de indivíduos que chegaram a posições importantes ou que foram consagrados por sua arte ou competência, mostram que todos eles tiveram humildade suficiente para assumir seus erros, aprender com eles e transformar as ameaças ou derrotas em oportunidades ou vitórias.
Enfim, o artigo citado acima é, como eu falei atrás, um excelente depoimento, e convido os caros leitores ou leitoras a conferir e adicionar essa experiência de vida a sua própria experiência: Temos vaga. Mas você tem experiência?
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terça-feira, 20 de setembro de 2011
Emprego certo? Tecnologias da Informação. Mas leve um diferencial para o mercado de trabalho.
Não é tendência, é realidade. E o apagão desses trabalhadores do conhecimento já está freando o desenvolvimento do país. Com efeito, as necessidades do Brasil em técnicos e especialistas avançados da área de TI somam-se hoje ao déficit que vem sendo identificado, desde há cerca de três anos, respeitante a engenheiros civis e à maior parte das engenharias e carreiras tecnológicas.
Segundo artigo publicado recentemente no Estadão, 90.000 vagas para técnicos de TI devem deixar de ser preenchidas já durante 2011 no mercado de trabalho em todo o Brasil, e o déficit pode chegar a 200.000 em 2013. Os dados foram divulgados pela Brasscom (Associação Brasileira de Empresas de Tecnologias da Comunicação e Informação). Uma pesquisa realizada já em 2008 por essa instituição mostrava a Região Sul em terceiro lugar nacional, na demanda por educação e recursos humanos na área de TI.
Mesmo considerando as universidades federais e estaduais com as do setor privado e comunitário, esses números ultrapassam largamente as previsões de egressos em TI no memso período. Ainda que tendente ao aumento dos salários, essa situação cria distorções no mercado de trabalho, como afirma Anderson Figueiredo, gerente da consultoria IDC: "As contratações estão cada vez mais complicadas e isso abre perspectivas para que pessoas entrem mais cedo nessa área, ainda sem muita experiência profissional".
Outra situação interessante revelada pelo artigo é a expansão do mercado de software de Gestão, como é o caso da BI (Business Intelligence), o que obriga programadores e analistas a aprofundar temas e técnicas do mundo da Administração. E não só: a proficiência em língua inglesa, por exemplo, está tornando-se rapidamente uma exigência, também nesse mercado de trabalho.
Por outro lado, novas carreiras estão emergindo dentro das próprias TI: "O grande problema é que o perfil do profissional exigido está mudando rapidamente, assim como as inovações tecnológicas têm surgido com maior velocidade". Uma pesquisa realizada recentemente pela Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Inovação da Unisul, revelou um número importante de novas carreiras e profissões híbridas, derivadas da interdisciplinaridade entre as TI e outros domínios técnicos e científicos.
Porém, o valor do indivíduo está sempre acima do valor do diploma. Como em todas as carreiras, vale sempre mais o que a pessoa consegue fazer com o curso, do que o curso com a pessoa: são os profissionais mais completos, ou mais antenados, interessados e esforçados, ou os que trilharam novos caminhos dentro da profissão, que conseguem subir a escada do sucesso e obter os mais interessantes postos de trabalho.
>> Clique aqui para ler o artigo completo.
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Segundo artigo publicado recentemente no Estadão, 90.000 vagas para técnicos de TI devem deixar de ser preenchidas já durante 2011 no mercado de trabalho em todo o Brasil, e o déficit pode chegar a 200.000 em 2013. Os dados foram divulgados pela Brasscom (Associação Brasileira de Empresas de Tecnologias da Comunicação e Informação). Uma pesquisa realizada já em 2008 por essa instituição mostrava a Região Sul em terceiro lugar nacional, na demanda por educação e recursos humanos na área de TI.
Mesmo considerando as universidades federais e estaduais com as do setor privado e comunitário, esses números ultrapassam largamente as previsões de egressos em TI no memso período. Ainda que tendente ao aumento dos salários, essa situação cria distorções no mercado de trabalho, como afirma Anderson Figueiredo, gerente da consultoria IDC: "As contratações estão cada vez mais complicadas e isso abre perspectivas para que pessoas entrem mais cedo nessa área, ainda sem muita experiência profissional".
Outra situação interessante revelada pelo artigo é a expansão do mercado de software de Gestão, como é o caso da BI (Business Intelligence), o que obriga programadores e analistas a aprofundar temas e técnicas do mundo da Administração. E não só: a proficiência em língua inglesa, por exemplo, está tornando-se rapidamente uma exigência, também nesse mercado de trabalho.
Por outro lado, novas carreiras estão emergindo dentro das próprias TI: "O grande problema é que o perfil do profissional exigido está mudando rapidamente, assim como as inovações tecnológicas têm surgido com maior velocidade". Uma pesquisa realizada recentemente pela Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Inovação da Unisul, revelou um número importante de novas carreiras e profissões híbridas, derivadas da interdisciplinaridade entre as TI e outros domínios técnicos e científicos.
Porém, o valor do indivíduo está sempre acima do valor do diploma. Como em todas as carreiras, vale sempre mais o que a pessoa consegue fazer com o curso, do que o curso com a pessoa: são os profissionais mais completos, ou mais antenados, interessados e esforçados, ou os que trilharam novos caminhos dentro da profissão, que conseguem subir a escada do sucesso e obter os mais interessantes postos de trabalho.
>> Clique aqui para ler o artigo completo.
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quinta-feira, 4 de agosto de 2011
MBAs em alta no Brasil e no mundo
Apesar de opiniões em contrário ouvidas nos dois ou três últimos anos, segundo as quais as titulações acadêmicas em geral estariam sendo preteridas, no mercado de trabalho, face ao CV e ao desempenho dos colaboradores, parece que, afinal, os portadores de MBA estão em alta.
A informação foi divulgada ontem pela prestigiada revista de negócios Forbes (A Resurgent M.B.A. Jobs Market), articulada com a pesquisa publicada na edição Global Snapshot (edição de julho) da empresa de recrutamento internacional Antal. Esse estudo foi realizado sobre uma amostra de quase 13.000 empresas em seis continentes. O artigo refere ainda que, segundo dados do MBA Carrer Services Council, 76% das universidades ou escolas de negócios nos EUA estão tendo um incremento efetivo de alunos nessa titulação.
No que respeita ao Brasil, a informação da Forbes revela que 70% dos empregadores inquiridos estão planejando contratar pessoas para funções técnicas ou de administração nos próximos três meses. Por outro lado, a mídia vem divulgando alguns dados sobre o aumento da demanda de MBAs no país.
Segundo matéria de maio último do Diário do Comércio, o crescimento da oferta de MBAs no Brasil nos últimos anos deve-se sobretudo ao aquecimento da economia, mas também à evolução das empresas nacionais que, em muitos setores, competem de igual para igual com as estrangeiras. Isso implica, naturalmente, uma demanda por mão de obra extremamente qualificada.
A tendência para a alta dos MBAs parece intuitiva, na medida em que muitos profissionais de áreas que nada têm a ver com a de Gestão / Administração são cada vez mais chamados para cargos gerenciais; e, como se sabe, a complexidade atual e o fator responsabilidade/risco inerente às funções de gestão - e mais ainda no caso dos decisores de topo - , não permite mais que elas sejam desempenhadas sem um conhecimento mínimo dos principais conceitos e técnicas dessa profissão.
E já que o assunto é MBA, é oportuno lembrar que o MBA em Gestão de Negócios da Unisul (Tubarão) encontra-se com inscrições abertas até dia 08 de agosto.
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sexta-feira, 29 de julho de 2011
Planejar ou pensar estrategicamente a carreira?
Um dos aspectos interessantes de estar antenado no que está emergindo (e submergindo...) no Brasil e no mundo, especialmente no que respeita ao seu domínio de conhecimento acadêmico e às respectivas práticas profissionais, é a capacidade de corrigir sua rota sempre que necessário. Bem entendido, não precisa ficar angustiado com isso, mas é bom estar informado sobre tendências e cenários possíveis em sua profissão. Corrigir a rota significa mudar; e para mudar precisa saber para onde vai e por onde está indo.
Mário Persona é bastante conhecido no Brasil como palestrante, além de professor e consultor de comunicação estratégica e de marketing. Neste vídeo que estamos sugerindo hoje, Persona compara a carreira individual à vida de uma empresa, e o faz de uma forma muito feliz, na medida em que identifica duas formas distintas mas complementares de estratégia: o pensamento estratégico e o planejamento estratégico.
Na realidade, não adianta muito alguém planejar sua carreira de uma forma rígida, inflexível, e seguir em frente contra todas as dificuldades, sem sequer olhar para o lado para saber o que está acontecendo em volta. A não ser que tenha sólidas garantias de emprego, por exemplo, na empresa da família, no centro médico da mãe ou do pai, ou no escritório de advocacia de alguém muito próximo. A não ser nesses casos, as dificuldades na profissão e na busca de emprego são originadas frequentemente por ignorar o ambiente externo, o dinamismo dos cenários, o que está acontecendo no entorno. Assim se passa tanto com as pessoas como nas empresas, conforme o Prof. Mário Persona vai fazendo questão de frisar ao longo do vídeo.
Com efeito, na sociedade de hoje, complexa, ágil e transformando-se a toda a hora, as áreas profissionais também mudam, se transformam, evoluem. O ambiente externo, também. Então, o planejamento é sempre falível em seus resultados esperados se não for flexível; e, portanto, se não for orientado por um pensamento estratégico, ágil, plástico, que busca permanentemente oportunidades, identifica ameaças, e permite avaliar os aspectos positivos e negativos da pessoa - elementos fundamentais para se manter competitivo no mercado de trabalho. E, quando necessário, corrigir a rota. Com uma empresa ou organização que depende do mercado para sobreviver, passa-se exatamente o mesmo: daí deriva a necessidade de inovação.
E você, também está inovando permanentemente em sua carreira? Mário Persona explica direitinho tudo isso e de um jeito bem agradável. Fiquem com ele agora.
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